A vida, via de mão dupla, em seus atalhos e desvios, descaminhos e rodopios, simplesmente vai... jamais em vão!!!
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Sonhar é preciso, nem que for sonho de padaria...
Nem uma coisa nem outra, o que há entre elas é o que me encanta
domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
Favas contadas?
São favas contadas:
Milésimos de segundos contados nos dedos,
pra não perder o trem,
Não se pode perder o trem,
Não se deve perder a hora,
É preciso manter a calma,
treinar paciência,
aparentar normalidade...
São favas contadas:
temos que seguir sem olhar para os lados,
cabrestos lançados,
é proibido olhar para trás,
é proibida a retrovisão...
qualquer ponto que gere reflexão,
de partida ou de chegada...
Em qual plataforma está estacionada sua (re)composição?
Milésimos de segundos contados nos dedos,
pra não perder o trem,
Não se pode perder o trem,
Não se deve perder a hora,
É preciso manter a calma,
treinar paciência,
aparentar normalidade...
São favas contadas:
temos que seguir sem olhar para os lados,
cabrestos lançados,
é proibido olhar para trás,
é proibida a retrovisão...
qualquer ponto que gere reflexão,
de partida ou de chegada...
Em qual plataforma está estacionada sua (re)composição?
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
ora direis, fazer estrelas...
Eu tenho um sonho guardado,
um sonho de virar estrela.
Não, não sonho em me transformar num astro,
mas em aprender a "dar estrelas",
uma, duas, três, ininterruptas : mãos no chão, pernas pro ar,
cabeça pra baixo reaprendendo a sonhar.
Eu guardo um sonho de virar estrelas na areia do mar...
um sonho de virar estrela.
Não, não sonho em me transformar num astro,
mas em aprender a "dar estrelas",
uma, duas, três, ininterruptas : mãos no chão, pernas pro ar,
cabeça pra baixo reaprendendo a sonhar.
Eu guardo um sonho de virar estrelas na areia do mar...
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
o amor?
Não é o amor que acaba,
é a história que chega ao ponto final
e grita aflita por um novo parágrafo.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Sobrenomes
Eu sou um nome sobre o nome que me deram
e ainda não sei quantos sobrenomes hei de ter.
Às vezes me chamam flor, poesia e mansidão,
outras tantas, ventania, tempestade, furacão.
Sobre os nomes bem ou mal (ditos),
teço a linhagem minha e dos meus.
De minha avó, terços, benditos e uma história pra noite chegar.
De meu avô, acordes aflitos, de uma rabeca que nunca escutei, mas que sei de meu pai contar.
No terreiro, à tardezinha, o balé na vassoura da minha mãe.
No fogão aceso à lenha na cozinha, um café pronto pra esquentar a casa,
desenhar a cara da noite na brasa e aninhar a madrugada que se anuncia...
e amanhã, de novo, outro café, pra outro novo dia...
sábado, 17 de dezembro de 2011
presente imperfeito
Já que os verbos me são rasos,
e os versos caros demais,
conjugo as letras de tempos em tempos,
no passado-presente-futuro
em que desenho
meu passo a passo.
e os versos caros demais,
conjugo as letras de tempos em tempos,
no passado-presente-futuro
em que desenho
meu passo a passo.
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