pensando bem
...não há amor que acabe ou comece;
Ou o amor existe ou simplesmente não há;
Embora, muitas vezes ele só troque de lugar...
A vida, via de mão dupla, em seus atalhos e desvios, descaminhos e rodopios, simplesmente vai... jamais em vão!!!
Páginas
Sonhar é preciso, nem que for sonho de padaria...
Nem uma coisa nem outra, o que há entre elas é o que me encanta
terça-feira, 3 de julho de 2012
aprendi...
Aprendi com minha mãe:
espremer laranja na comida,
não fazer com ninguém o que me desagrada,
saborear milho assado e que
"comida boa é comida bem temperada"...
espremer laranja na comida,
não fazer com ninguém o que me desagrada,
saborear milho assado e que
"comida boa é comida bem temperada"...
Mãe d'água
Quando menina era comum receber a visita de Mãe d'água.
Ela vinha sempre trajada com um longo e enfeitado vestido verde.
Vinha linda e perfumada.
Seus cabelos compridos traziam o aroma dos vários céus por onde deve ter caminhado.
Cheirosa nos cabelos, na roupa, na pele, no gesto.
Tinha uma voz doce e familiar que com frase curtas, tomava a forma de acalanto, nas palavras que até hoje reverberam em minha cabeça.
Era assim que Mãe d'água vinha, vestida nas vestes de minha Mãe.
Ela vinha sempre trajada com um longo e enfeitado vestido verde.
Vinha linda e perfumada.
Seus cabelos compridos traziam o aroma dos vários céus por onde deve ter caminhado.
Cheirosa nos cabelos, na roupa, na pele, no gesto.
Tinha uma voz doce e familiar que com frase curtas, tomava a forma de acalanto, nas palavras que até hoje reverberam em minha cabeça.
Era assim que Mãe d'água vinha, vestida nas vestes de minha Mãe.
queria...
Queria um não sei quê que me tirasse do chão;
mas não vale avião...
Balão até que podia ser;
ou algo como uma pétala/pluma de dente-de-lão...
que de leve me leve a um céu qualquer,
outra esfera,
uma outra encarnação ...
mas não vale avião...
Balão até que podia ser;
ou algo como uma pétala/pluma de dente-de-lão...
que de leve me leve a um céu qualquer,
outra esfera,
uma outra encarnação ...
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Inventada
Quando o mundo me cansa e não me dá nada do que desejo,
Quando prevejo a desistência da esperança,
não exercito a paciência; prefiro o tom do desespero:
em uma página em branco qualquer,
desenho minha aspiração; invento o que não não havia,
Rabisco o que não existia e justifico minha existência...
É esse o meu jeito de pedir clemência,
fingir demência, com ou sem licença...
É esse o meu ponto de exclamação...
A pedra que nos sustenta, é a visão que de tudo a gente inventa
domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
Favas contadas?
São favas contadas:
Milésimos de segundos contados nos dedos,
pra não perder o trem,
Não se pode perder o trem,
Não se deve perder a hora,
É preciso manter a calma,
treinar paciência,
aparentar normalidade...
São favas contadas:
temos que seguir sem olhar para os lados,
cabrestos lançados,
é proibido olhar para trás,
é proibida a retrovisão...
qualquer ponto que gere reflexão,
de partida ou de chegada...
Em qual plataforma está estacionada sua (re)composição?
Milésimos de segundos contados nos dedos,
pra não perder o trem,
Não se pode perder o trem,
Não se deve perder a hora,
É preciso manter a calma,
treinar paciência,
aparentar normalidade...
São favas contadas:
temos que seguir sem olhar para os lados,
cabrestos lançados,
é proibido olhar para trás,
é proibida a retrovisão...
qualquer ponto que gere reflexão,
de partida ou de chegada...
Em qual plataforma está estacionada sua (re)composição?
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