hora de descarregar o mundo das costas...
muito peso pra pouca encarnação
A vida, via de mão dupla, em seus atalhos e desvios, descaminhos e rodopios, simplesmente vai... jamais em vão!!!
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Sonhar é preciso, nem que for sonho de padaria...
Nem uma coisa nem outra, o que há entre elas é o que me encanta
sábado, 18 de janeiro de 2014
seja lá o que for...
Seja lá o que f(L)or,
com pimenta e melodia
por favor...
a semente que arrebenta,
o labor da tormenta
o sol que se derrete no calor
...
da primavera de seu corpo
à madrugada negra e gelada
de todo canto,
toda praça,
todo mirante,
que não se atrase nem se adiante,
do sertão ou da a cidade,
a graça,
em qualquer idade
com pimenta e melodia
por favor...
a semente que arrebenta,
o labor da tormenta
o sol que se derrete no calor
...
da primavera de seu corpo
à madrugada negra e gelada
de todo canto,
toda praça,
todo mirante,
que não se atrase nem se adiante,
do sertão ou da a cidade,
a graça,
em qualquer idade
redundante
O mundo é redundante,
eu é que em tantas horas, quadrada
e fora dele, e dentro, pensamento denso,
ao vento, ao rumo do rumo, ao sumo, ao nada...
eu é que em tantas horas, quadrada
e fora dele, e dentro, pensamento denso,
ao vento, ao rumo do rumo, ao sumo, ao nada...
é o ciclo...
... é o ciclo da vida...
uns chegam, outros nem tanto,
outros vão, uns desencanto,
alguns vento fértil,
nenhum, solo permanente
o olhar que espera também vai,
também passa, também é outro olhar
diferente do que foi há um instante atrás
...é o ciclo da vida...
uns chegam, outros nem tanto,
outros vão, uns desencanto,
alguns vento fértil,
nenhum, solo permanente
o olhar que espera também vai,
também passa, também é outro olhar
diferente do que foi há um instante atrás
...é o ciclo da vida...
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
vestes
Estou vestida com as roupas de meu tempo
trago em meus corpos as vestes que herdei da história
Ao vento adormecem sonhos e distopias,
nos ares de antes, ventania...
nos mares de agora, memória que finda e principia
trago em meus corpos as vestes que herdei da história
Ao vento adormecem sonhos e distopias,
nos ares de antes, ventania...
nos mares de agora, memória que finda e principia
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