Não é que eu saiba voar,
mas é que a queda já não me assusta...
sentada no chão,
aproveito para desenhar asas entre as pernas.
A vida, via de mão dupla, em seus atalhos e desvios, descaminhos e rodopios, simplesmente vai... jamais em vão!!!
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Sonhar é preciso, nem que for sonho de padaria...
Nem uma coisa nem outra, o que há entre elas é o que me encanta
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
meu canto
Do canto de onde vim não havia quase erudição... reinava discreta e elegante a poesia guardada em cada olhar... barro que ainda hoje não deixa de me encantar...desde o canto de onde vim... sou a poesia nascente, poema em flor, fruto que emergente não cessa de nascer de/em mim... será o que aprendi a ver e sentir meu andor ?
terça-feira, 18 de setembro de 2012
destino?
com o fio de meu destino
desenho um menino travesso com ânsia de voar...
aprendo com ele o horizonte pelo avesso,
o fim e seu recomeço...
minha bandeira é uma pipa dançando no ar
desenho um menino travesso com ânsia de voar...
aprendo com ele o horizonte pelo avesso,
o fim e seu recomeço...
minha bandeira é uma pipa dançando no ar
mão
queria uma mão...
pra segurar, pra acarinhar, pra acenar...
uma mão pra apertar e crescer num abraço inteiro...
mão pra dizer adeus, pra bem-dizer a chegada...
mão pra benzer e abençoar o santuário da alma
ou simplemente, mão pra apertar quando a voz ficar calada...
pra segurar, pra acarinhar, pra acenar...
uma mão pra apertar e crescer num abraço inteiro...
mão pra dizer adeus, pra bem-dizer a chegada...
mão pra benzer e abençoar o santuário da alma
ou simplemente, mão pra apertar quando a voz ficar calada...
quando deixar de chover
Quando deixar de chover (pra sempre)
e o meu peito doer (por dentro),
vou pedir à Mãe d'água um conselho, um ensinamento...
pra chamar água de rio sob a luz do firmamento,
desaguar águas paradas e botar em movimento...
cachoeiras, cachos de água, correnteza, bem-te-vi...
Quando deixar de chover (pra sempre)
e o peito não cessar de sofrer (por dentro),
à Mãe d'água um riacho vou pedir...
onde pouse o girassol, se aconchegue o arrebol,
pra de lá nunca mais partir,
quando deixar de chover (pra sempre e por aqui)...
e o meu peito doer (por dentro),
vou pedir à Mãe d'água um conselho, um ensinamento...
pra chamar água de rio sob a luz do firmamento,
desaguar águas paradas e botar em movimento...
cachoeiras, cachos de água, correnteza, bem-te-vi...
Quando deixar de chover (pra sempre)
e o peito não cessar de sofrer (por dentro),
à Mãe d'água um riacho vou pedir...
onde pouse o girassol, se aconchegue o arrebol,
pra de lá nunca mais partir,
quando deixar de chover (pra sempre e por aqui)...
terça-feira, 3 de julho de 2012
pensando bem...
pensando bem
...não há amor que acabe ou comece;
Ou o amor existe ou simplesmente não há;
Embora, muitas vezes ele só troque de lugar...
...não há amor que acabe ou comece;
Ou o amor existe ou simplesmente não há;
Embora, muitas vezes ele só troque de lugar...
aprendi...
Aprendi com minha mãe:
espremer laranja na comida,
não fazer com ninguém o que me desagrada,
saborear milho assado e que
"comida boa é comida bem temperada"...
espremer laranja na comida,
não fazer com ninguém o que me desagrada,
saborear milho assado e que
"comida boa é comida bem temperada"...
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