Os anjos estão borrifando gotículas de alegria em meu telhado...
meu chão vermelho,
agora espelho molhado.
Meu eu inteiro, nesse embalo,
dorme acompanhado...
A vida, via de mão dupla, em seus atalhos e desvios, descaminhos e rodopios, simplesmente vai... jamais em vão!!!
Páginas
Sonhar é preciso, nem que for sonho de padaria...
Nem uma coisa nem outra, o que há entre elas é o que me encanta
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
vou coar um café
E Chronos grita aos meus olhos:
- seu domingo já se foi, e você,
o que foi neste domingo?
E eu respondo:
- não sei, mas vou coar um café...
- seu domingo já se foi, e você,
o que foi neste domingo?
E eu respondo:
- não sei, mas vou coar um café...
eu amo você
Sim,
eu amo você,
mas o amor ainda é meu.
Sou eu que sinto, não se preocupe,
não precisa me amar por isso,
nem tampouco me odiar quando ele,
o amor se for,
e restar outro sentimento no lugar,
este, também sou eu que sinto,
não se preocupe em revidar...
eu amo você,
mas o amor ainda é meu.
Sou eu que sinto, não se preocupe,
não precisa me amar por isso,
nem tampouco me odiar quando ele,
o amor se for,
e restar outro sentimento no lugar,
este, também sou eu que sinto,
não se preocupe em revidar...
dói, mas...
Dói o corpo, mas a alma também grita...
uma ânsia bolorenta se agita
e nasce a prece por uma ventania sem compostura
e que açucare (quase) todo indício de amargura...
uma ânsia bolorenta se agita
e nasce a prece por uma ventania sem compostura
e que açucare (quase) todo indício de amargura...
sábado, 24 de setembro de 2011
saudade
Sinto saudades da menina que mora em mim
e da menina fruto do ventre meu
Alma triste, quase sem filha,
deixou na casa um gosto de adeus
numa despedida marcada apenas
pela ida dos passos teus
que na sombra, levam os nossos/meus:
sonhos, quimeras, verões e primaveras...
...nesta era de meio do caminho
meu olhar perdido (re)inventa um destino
e desacompanhado, outro caminho, outro sentido e possívelmente outro adeus
e da menina fruto do ventre meu
Alma triste, quase sem filha,
deixou na casa um gosto de adeus
numa despedida marcada apenas
pela ida dos passos teus
que na sombra, levam os nossos/meus:
sonhos, quimeras, verões e primaveras...
...nesta era de meio do caminho
meu olhar perdido (re)inventa um destino
e desacompanhado, outro caminho, outro sentido e possívelmente outro adeus
Luz
Sou estrela fria nessa noite escura,
mas inda que morta,
minha luz perdura,
não teme a porta (do tempo nem do espaço)
e alcança seu olhos,
por pura travessura...
mas inda que morta,
minha luz perdura,
não teme a porta (do tempo nem do espaço)
e alcança seu olhos,
por pura travessura...
FUI ALI DISSERTAR, VOLTO LOGO
Daqui a pouco, muito pouco espero,
volto a poemar...
Por ora, só tenho verbos e verves para argumentar,
Dissertar é preciso, viver não
É já que minha nau volta a este porto
e tudo/todos/eu volto/amos ao (a)normal
volto a poemar...
Por ora, só tenho verbos e verves para argumentar,
Dissertar é preciso, viver não
É já que minha nau volta a este porto
e tudo/todos/eu volto/amos ao (a)normal
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